São Paulo — Este pode até ser o ano dos smartphones, mas ainda falta um bocado para que os celulares inteligentes virem preferência absoluta entre os consumidores brasileiros. Uma pesquisa divulgada ontem mostra que, para 47% da população, a próxima compra de eletrônicos será um computador. O estudo, organizado pela Intel, também revela a tendência de individualização: entre os que pretendem adquirir um PC, 89% optarão por um notebook. Segundo estimativas da empresa (uma das maiores fabricantes de processadores), a produção do setor deve triplicar até 2015.
Hoje, há uma média de 1,2 computador por residência no Brasil. Muitas dessas máquinas são compartilhadas entre os membros da família, mas, cada vez mais, esse cenário deve mudar. “À medida que nos tornamos fortes utilizadores desse tipo de tecnologia, surgiram disputas dentro do lar para ver quem iria mexer no computador”, observa Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil. Foi o que ocorreu com o estudante Renato Alves Barbosa Júnior, 23 anos. Mesmo com um desktop em casa, a mãe do rapaz comprou dois notebooks, há cerca de um mês; um para Barbosa e outro para o irmão dele. “O novo PC dá um conforto muito maior, facilita na hora de fazer os trabalhos de faculdade”, conta o jovem.
A tendência de individualização cresce em todo o país, mas é no Centro-Oeste que ela mais se destaca. Conforme a pesquisa da Intel, os notebooks representam 25% dos computadores da região. “As pessoas procuram exclusividade e personalização, ainda mais com a atual convergência de mídias”, aponta Tietê. As vantagens do portátil levaram a enfermeira Michelle Regina Faria, 28 anos, a manter a preferência pelo notebook, embora tenha um computador de mesa em casa. “Meu antigo laptop quebrou e precisei comprar um novo. É muito tranquilo, porque posso levar para o trabalho ou para dar aulas”, diz.
A opinião de consumidores como Michelle e Renato Barbosa é o que impulsiona as estimativas da Intel. A empresa espera que a média de computadores por residência chegue a 1,5 nos próximos três anos — o atual índice em países como os Estados Unidos. A fabricante também não se intimida com os prognósticos para a indústria de tablets, anunciados, muitas vezes, como os substitutos dos notebooks. “Os tablets focam no consumo de conteúdos, mas, no Brasil, temos o costume de criar e compartilhar conteúdos, algo que é facilitado em laptops”, afirma Cássio Tietê. “Além disso, os tablets ainda são exclusivos para uma camada muito rica da população.”
Hoje, há uma média de 1,2 computador por residência no Brasil. Muitas dessas máquinas são compartilhadas entre os membros da família, mas, cada vez mais, esse cenário deve mudar. “À medida que nos tornamos fortes utilizadores desse tipo de tecnologia, surgiram disputas dentro do lar para ver quem iria mexer no computador”, observa Cássio Tietê, diretor de marketing da Intel Brasil. Foi o que ocorreu com o estudante Renato Alves Barbosa Júnior, 23 anos. Mesmo com um desktop em casa, a mãe do rapaz comprou dois notebooks, há cerca de um mês; um para Barbosa e outro para o irmão dele. “O novo PC dá um conforto muito maior, facilita na hora de fazer os trabalhos de faculdade”, conta o jovem.
A tendência de individualização cresce em todo o país, mas é no Centro-Oeste que ela mais se destaca. Conforme a pesquisa da Intel, os notebooks representam 25% dos computadores da região. “As pessoas procuram exclusividade e personalização, ainda mais com a atual convergência de mídias”, aponta Tietê. As vantagens do portátil levaram a enfermeira Michelle Regina Faria, 28 anos, a manter a preferência pelo notebook, embora tenha um computador de mesa em casa. “Meu antigo laptop quebrou e precisei comprar um novo. É muito tranquilo, porque posso levar para o trabalho ou para dar aulas”, diz.
A opinião de consumidores como Michelle e Renato Barbosa é o que impulsiona as estimativas da Intel. A empresa espera que a média de computadores por residência chegue a 1,5 nos próximos três anos — o atual índice em países como os Estados Unidos. A fabricante também não se intimida com os prognósticos para a indústria de tablets, anunciados, muitas vezes, como os substitutos dos notebooks. “Os tablets focam no consumo de conteúdos, mas, no Brasil, temos o costume de criar e compartilhar conteúdos, algo que é facilitado em laptops”, afirma Cássio Tietê. “Além disso, os tablets ainda são exclusivos para uma camada muito rica da população.”
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