quinta-feira, 12 de novembro de 2009

CENTRAL DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS DO BRASIL - CTB REALIZA SUA 4ª REUNIÃO PLENA

Após participar da 6ª macha pela rudução da jornada de trabalho de 44h para 40 horas, a CTB realiza sua 4ª reunião plena, neste encontro estão presente todos os presidentes das seções estaduais da CTB. Na abertura da 4ª reunião esteve presente do CABAP (Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas), e o Ministro Chefe da Secretaria Geral da Presidencia da República, Luiz Soares Dulci, fez uma análise de conjuntura.

Convidado para participar da 4ª reunião da direção plena da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros (CTB), o presidente da Cobap, Warley Martins, aproveitou a oportunidade para falar da reunião entre o governo e as Centrais sobre a questão dos aposentados.

“A CTB, assim como a Nova Central, são as Centrais que realmente apóiam os trabalhadores brasileiros, inclusive os que já se aposentaram”, disse Warley.

“Construímos nosso movimento, mas também precisamos de vocês para conquistarmos nosso objetivo, que é a votação dos projetos”, ressaltou o presidente da Cobap.

A CTB é uma das Centrais que estarão na mesa de negociação com o governo para tratar sobre a questão dos projetos que beneficiam os aposentados. Pascoal Carneiro, secretário geral da CTB, reafirmou que continuam ao lado da Cobap, que representa os aposentados brasileiros. “Iremos à reunião com o governo defender também os aposentados.

Nossa decisão é pelo projeto do senador Paulo Paim”, afirmou Carneiro.

O presidente da Central, Wagner Gomes, fez questão de frisar: “Vamos apoiar no que for preciso, porque sabemos da seriedade do trabalho da Cobap”.


O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Luiz Dulcipode, " disse que ao fezer uma análise da conjuntura nacional, esta pode ser feita dentro de várias perspectivas. Outro ponto destacado pelo ministro foi a preocupação do governo federal em garantir a democratização da participação social na definição das políticas de Estado. “As conferências precisam ser constitucionalizadas para continuarem em outros governos”, enfatizou o ministro.


O ministro Dulci destacou ainda que há uma ofensiva da mídia conservadora e da direita contra os movimentos sociais. “Essa ofensiva passa primeiro pela invisibilidade que querem impor aos movimentos sociais, escondendo suas ações para dizer que o governo Lula sufocou suas lutas. O que não é verdade, pois o Grito da Terra e a Marcha das Margaridas são manifestações de massa importantes. Vejam essa manifestação real de massa que foi a 6ªMarcha da Classe Trabalhadora organizadas pelas centrais sindicais. Isso tudo eles querem esconder”.




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